


Assuntos jurídicos e acadêmicos. Ressaltamos a extrema importância da leitura de doutrinas, uma vez que, o conteúdo das postagens são para ajudar o esclarecimento de eventuais dúvidas, ao passo que, a leitura integral das obras jurídicas auxilia o estudante e profissional do direito na formação de conceitos e argumentações. Deixe sua opinião sobre os resumos e sugestões de assuntos que gostaria de ver no blog.



História das
Coréias
Fundação
Os coreanos descendem de tribos migratórias do centro e do norte da
Ásia. O primeiro reino foi fundado em 2333 a.C, após uma aliança de diferentes tribos da região. Dan-Gun, o fundador desse reino, é considerado o pai da civilização coreana.País foi dominado pela China até o século XX. Em 1910, o Japão anexou a península a seus domínios após vencer a guerra contra a Rússia(1904-1905).
Os japoneses impuseram a Coréia uma feroz dominação. O ensino do idioma foi substituído pelo japonês e houve uma brutal repressão militar no país.
Independência
Com a desculpa de “garantir a liberdade da Coréia”, no final da 2ª Guerra Mundial, os EUA passaram a administrar a parte sul do país, enquanto os soviéticos ocuparam a região mais ao norte, a partir do paralelo 38.
Sem um acordo entre os dois países (EUA e Rússia), que concordavam com a independência da Coréia, a ONU ficou responsável, e em 1948 ficou decidido que a Coréia ficaria dividida em duas nações (politicamente opostas).
No dia 25 de Junho de 1950, o exército da Coréia do Norte atacou as bases militares do sul, dando início à guerra da Coréia. Em poucas semanas, o norte já havia dominado quase toda a península.
Exigindo que a ONU tomasse uma providência, os EUA entraram na guerra vestindo o uniforme das Nações Unidas. As tropas americanas e sul-coreanas conseguiram brecar o avanço dos norte-coreanos na cidade de Pusan, no extremo sul da península. Depois avançaram para o norte, até a fronteira com a China. Motivo pelo qual os chineses ajudaram os norte-coreanos a empurrarem as tropas americanas e sul-coreanas para o sul novamente.
Após a conquista de Seul pelos sul-coreanos, os ataques cessaram no dia 27 de julho de 1953.
A guerra provocou a morte de 3 milhões de coreanos, cerca de 1 milhão de chineses e 50 mil americanos. Deixando milhares de desabrigados.
Coréia do Sul
Ao final da guerra o PIB da Coréia do Sul era comparável ao das nações mais pobres da África. Hoje, a Coréia do Sul tem um padrão de vida semelhante ao de alguns países europeus. Um caso de sucesso entre os países em desenvolvimento.

Coréia do Norte
Já a Coréia do Norte, além do programa nuclear que continua provocando atritos com a comunidade internacional, promoveu o empobrecimento da população com o isolamento do país e seu governo comunista e política militarista. Embora argumentem que não há analfabetos no país, e o sistema de saúde estatal atende toda a população.

s pelo

As causas que levaram o sistema de Capitanias Hereditárias ao fracasso:
- falta de recursos financeiros de alguns donatários;
- ataques indígenas;
- dificuldade de comunicação entre Portugal e as Capitanias
O Governo Geral
Complementava as capitanias hereditárias, centralizando a administração colonial e coordenando a ação dos donatários.
A Bahia foi escolhida para a instalação do Governo Geral por se localizar no centro do litoral da colônia. Foi paga uma indenização aos herdeiros do donatário Francisco Pereira Coutinho.
O regimento (conjunto de normas) estabelecia a instalação de um aparelho administrativo composto:
- ouvidor-mor: responsável pela justiça;
- provedor-mor: responsável pelos negócios da fazenda;
- capitão-mor da costa: encarregado pela defesa do território;
- alcaíde-mor: chefe da milícia, ou tropas de segunda linha.
Os primeiros governadores gerais foram:
- Tomé de Souza (1549-1559)
- Duarte da Costa (1553-1558)
- Mem de Sá (1558-1572)
Câmaras Municipais
Órgãos políticos compostos pelos homens-bons (ricos proprietários), que definiam os rumos políticos das vilas e cidades. O povo não podia participar da vida pública nessa fase.
Tiveram seus poderes reduzidos com a criação do Conselho Ultramarino, 1642, quem implantou uma política de extrema centralização administrativa.